Labyrinth

Ich hab mich in dir verlaufen
wollte unverfroren
deine Haare zerraufen
hab den Halt verloren
jetzt lieg ich dir in den Ohren

Hab dir am Herzen gelegen
die ganze Nacht
Hab nur des Pfadfindens wegen
ein Kreuz hingemacht
und du hast gelacht

Kein Unten kein Oben
Keine Sonne kein Wind
Alle Wege verwoben
ich stolpere blind
Kein Unten kein Oben
Keine Sonne kein Wind
Alle Wege verwoben
ich stolpere blind
Durch dein Labyrinth

Bin dir am Morgen drei Runden
um den Bart gegangen
abgerutscht und zwei Stunden
an deinen Lippen gehangen
und hab mich wieder gefangen

Ich hab mich in dir verlaufen
wäre fast erfroren
musste den Kompass verkaufen
hab den Faden verloren
und immer wieder von vorn

Eu me perdi em você
queria atrevidamente
bagunçar os seus cabelos
Eu perdi o meu autocontrole
Agora eu te encho o saco

Fui muito amada por você
a noite inteira
Só pra achar a trilha
eu fiz uma cruz ali
E você riu

Nenhum acima, nenhum a baixo
Nenhum sol, nenhum vento
Todos os caminhos misturados,
eu estou tropeçando cegamente
Nenhum acima, nenhum a baixo
Nenhum sol, nenhum vento
Todos os caminhos misturados,
eu estou tropeçando cegamente
Por seu labirinto

Pela manhã eu fiz três voltas
em torno das sua barba *
Escorreguei e, fiquei por duas horas
te ouvindo atentamente
E eu me traí outra vez

Eu me perdi em você
Poderia quase ter congelei até a morte
Precisei vender o compasso
Eu perdi a linha de raciocínio
E sempre de volta do começo

”* Fazer voltas na barba de alguém quer dizer também elogiar a pessoa muito, puxar o saco. ”

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